24 fevereiro 2012

O tricot das quartas feiras, às sextas

 Porque já eramos muitas o nosso tricot das quartas feiras passou a ser também às sextas de manhã para quem tem disponibilidade neste horário.
Para muitas é a oportunidade de pôr em prática o que aprenderam nos workshops, subir a fasquia e começar a fazer peças tricotadas para vestir.

 Mas é sobretudo um momento de encontro e de convívio

 Para além do tricot, o crochet também tem as suas adeptas.
Parece que não, mas são já quase dois anos.

22 fevereiro 2012

Progressos

Por aqui os projectos pessoais avançam devagar, mas avançam. Recuperar um jacquard dos anos 80 foi um compromisso comigo mesma e já há alguns progressos. Agora deixo ao sabor da vossa imaginação, adivinharem o que vai sair daqui.

20 fevereiro 2012

Upside down



A minha filha Margarida partilha comigo o gosto pelo tricot. Temos estilos diferentes (como convém) mas algumas coisas em comum: uma imensa curiosidade por técnicas novas e gostamos de aprender por livros. Ela é fã incondicional de todos os pequenos acessórios e tira o maior partido da sua utilização, tem uma malha certinha e muito bem controlada. Eu conto, anoto e reconto. Ela gosta de fios divertidos, eu luto para sair do pérola.
Eu faço meias do calcanhar para a biqueira e ela da biqueira para o calcanhar. 
Por vezes, é nestas diferenças que nos encontramos.

15 fevereiro 2012

Cesto forrado

Parece que forrar cestos é intemporal, talvez porque o resultado é tão personalizado.
Forrar o cesto para os produtos de higiene de um bébé, reaproveitando um objecto com significado para os pais, torna-o mesmo especial.
(este cesto foi forrado nas aulas da Dotquilts, por Ana Paula V.)

29 janeiro 2012

jacquard anos 80



Nos anos 80 era assim. Cores pastel, cós justo, começo de rolinho, moldes a direito. E tal como agora alguns projectos ficavam por acabar. A este vou dar um novo destino.

28 janeiro 2012

tricotar a cores


Tricotar a cores, uma cor de cada vez, é fácil, é divertido, tem múltiplas opções e é colorido, claro.
(imagens do workshop de sábado, dia 28)

27 janeiro 2012

o ano do dragão





O ano do dragão que se iniciou no dia 23 de janeiro foi comemorado hoje ao fim da aula. O zodíaco chinês é fascinante e como sou uma optimista tendo sempre a registar as características positivas de cada signo. Aproveitemos bem este ano do dragão que só voltará a reger o ano de 2024.
(À semelhança do ano passado é um trabalho da W. S. que abre aqui o novo ano chinês)

25 janeiro 2012

a propósito de quilts


Quando um quilt repousa assim, sobre a mesa, já pronto para acolchoar temos a certeza que a maior parte da tarefa já passou. É o princípio do fim.
(quilt de Hemi Nagai, com dimensão cama de casal, feito nas aulas da Dotquilts)

23 janeiro 2012

Xaile com ponto de aranha




Esta é a (re)criação número um  que me propus fazer a partir desta renda em ponto de aranha. Um xaile triangular, de linhas simples em que o ponto de aranha aparece apenas a emoldurar a orla. Reduzi os paus do centro do ponto de aranha para malha baixa, para lhe dar maior leveza. O centro, geométrico, é feito em abertos e fechados com uma banda que lhe dá estrutura e o torna mais confortável. Feito com um fio quentinho, é um projecto para dois ou três serões de fim de semana.
O modelo e o cenário são os do costume.

22 janeiro 2012

Pintar com lã

O workshop de feltragem deste sábado foi para mim uma surpresa. A gola teve como base, a preparação de uma manta feltrada com várias cores de mecha de lã merino. Os resultados foram estes:
da Ana Luísa
 da Júlia
da Catarina 
da Rita
 da Ana Isabel
 da Teresa
 da Isabel

Obrigada a todas e muito especialmente à Alda que ensinou esta técnica e proporcionou um dia tão bem passado.

20 janeiro 2012

As almofadas

Já aqui mostrei muitas das almofadas que fiz. 
Almofadas pequenasgrandesbordadas, almofadas para a família, para o Natalredondas...


Também neste workshop de patchwork o projecto é uma almofada. Desta vez na técnica de paper foundation.
Porque gosto de almofadas? porque, para além de serem confortáveis, o seu tamanho está entre o da pega e o do quilt. É por isso!

19 janeiro 2012

Quilts around the world

Quem mo deu sabia que eu ia gostar muito. Para além do deleite que é folhear páginas e páginas de quilts de todos os continentes, ver este livro é uma enorme fonte de inspiração. 




Esta recolha dá-nos uma visão dos quilts em todo o mundo. É pena que a Europa esteja tão pobremente representada e que as nossas mantas de retalhos ou os trabalhos loucos dos Açores não estejam presentes. No entanto, é um livro que se recomenda a quem gosta destas coisas dos trapinhos.

17 janeiro 2012

A cor dos quilts

Prestes a iniciar um novo ciclo de formação em patchwork na Dotquilts, é sempre com espectativa que preparo os novos quilts que vão ser "ensinados".
Depois do quilt de medalhão, é a vez do patchwork clássico com o puzzle dos diferentes tipos de triângulos, quadrados e a sua integração de forma a bater tudo certo.
Escolher a composição e a técnica é sempre um trabalho com o qual entro em consenso (entre as diferentes fases de mim) mais rapidamente. O mesmo não acontece com a cor e os padrões. São mais pessoais, mais imprevisíveis e por isso necessitam uma maior ponderação na escolha.
Se serão os taupe ou as cores vivas, o esquema cromático que mais agrada às novas alunas, é o que irei saber em breve.

14 janeiro 2012

Novos crochets - o ponto de aranha

O ponto de aranha foi o ponto de partida, porque a inspiração é apenas o começo.
Depois é experimentar, registar, repetir, desenhar, repensar, sentir, observar. Seguramente, seja qual for o resultado, (re)criar vale sempre todo o tempo que lhe dedico.
A ver os próximos capítulos desta teia.

10 janeiro 2012

A meia do cuco

A minha avó passou as cinco agulhas à minha tia Mariana Maria e ensinou-lhe a fazer uma meia pequenina. Mais tarde foi a minha tia que ensinou as irmãs. Todas elas levaram a sua primeira meia para o campo e penduraram-na numa oliveira. A meia pequenina era para o cuco levar, porque o cuco não faz ninho e só precisa de uma meia porque tem as pernas magrinhas.
Era assim que muitas meninas alentejanas começavam a sua malha, aprendendo aquilo que seria suposto precisarem para a sua vida de trabalho. A minha mãe fez a sua meia para o cuco antes de ter sapatos para calçar.