When the top is done and I have to choose the quilting design that’s when the hard job begins! From what I have read this is not an easy task for most quilters and I am not an exception. One of the aspects that I care is how much quilting I will do on my quilt. To much or to less can be disastrous and bring down all the efforts done so far to produce a beautiful quilt top. Quando o top está acabado e tenho de escolher o desenho do quilt começam as incertezas. Pelo que tenho lido esta tarefa não é fácil para a maioria e nisto também não sou excepção. Um dos aspectos que tenho em conta nessa escolha é a quantidade de quilting que faço. Demais ou de menos pode ser desatroso e arruinar o trabalho precedente que tivemos para fazer o top.
I have two rules of thumb that I follow. The first one is to read the batting label information. I try to think about a quilting design that follows the quilting spacing recommendation. The second is to consider the purpose of my quilt. If it is a quilt for a baby or for a bed, I can space the quilting lines a little bit more. It will bring more softness and comfort. If it is a cushion or a wall hanging, I will make a heavier quilting. This can result in a stiffer texture but at the same time, this will give the quilt more endurance to daily use or more flatness for the wall hangings.
Tenho duas regras simples que sigo. A primeira é respeitar as indicações dos rótulos dos battings (quando não se trata de batting “avulso”). Os rótulos dão sempre recomendações quanto ao espaçamento das linhas, às quais tento não fugir muito.
A segunda é considerar a finalidade do quilt. Se for para agasalhar ou para um bébé posso espaçar um pouco mais. Isto resulta num quilt mais aconchegante e macio. Se for para almofadas ou paineis de parede aperto-o um pouco mais. Embora o quilt fique um pouco menos macio também confere mais robustez e fica mais liso (para o caso dos paineis).
When I begun free motion quilting, I found this task even more difficult because we cannot control accurately the quilting spacing. In order to avoid bad surprises some times I make a previous trial. I use a sandwich square (20*20”) with the same batting I’m using on the quilt. I quilt it the same way I intend to do on my quilt to see if the result is what I want it to be. I keep this sample with the related information: thread brand, machine tensions, batting characteristics, some tips I consider useful for the specific pattern etc.The lap quilt on the photos was made before Christmas and was inspired on a Quiltmaker magazine pattern (Nov/Dec2005). It was free motion quilted with a Bernina Sewing machine. I used some top leftovers to make the backing.
Quando comecei a fazer free motion quilting achei que esta tarefa seria ainda mais árdua porque, neste caso, não é possível o controlo preciso das linhas. Para evitar surpresas, sempre que faço um novo padrão, faço uma amostra de 50 cm*50cm com o mesmo batting que vou usar no quilt. Se o resultado me agrada arquivo a amostra com algumas indicações que considero úteis para futuro: marca e espessura da linha, tensões da máquina, características do batting, aspectos da execução que ache importantes.
O quilt das fotos foi feito antes do Natal inspirado num modelo da revista Quiltmaker de Nov/Dez2005. O quilting foi feito com a técnica de free motion quilting com uma Bernina e para a parte de trás aproveitei alguns restos do top.
(Aida,Catarina, Isabel e Manela, este post é dedicado a vocês e à bela tarde que passámos juntas a falar e a trabalhar nestas coisas que nos apaixonam).


































Há três dias entrei no quarto de costura e apeteceu-me voltar para trás. O caos estava instalado. Algum tempo atrás tinha as melhores intenções para
A seguir retirei régua e dobrei ainda ao meio para ajustar à profundidade da prateleira. Para tecidos com mais de 2 m esta segunda dobragem não me parece aconselhável porque os fios na dobra podem ficar com demasiada tensão. Para pessoas muito organizadas estas 

Dobro de acordo com a foto e “arquivo-os”. Parece-me funcional.



