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27 janeiro 2011

O tricot das quartas feiras


Há muito para dizer do tricot das quartas feiras.
Nos primeiros encontros começámos por um projecto comum, preparado pela Margarida que nos ajudou todas a fazermos boinas e boinas com cinco agulhas. A maioria aproveitou para as oferecer no Natal e foram um sucesso.
Para além de executarmos  projectos individuais, começámos também a partilhar os saberes que cada uma traz consigo e que pode ser uma técnica, uma malha, uma revista, uma peça tricotada.
 Hoje foi a vez da Ana Paula nos trazer a técnica do crochet tunisino que é tão bonito como simples e que nos conquistou a todas. Antevêm-se mantas, cachecóis, malas em ponto tunisino, nos próximos tempos.
Das malhas antigas, que tantas vezes fizemos ou vimos fazer, começámos uma recolha e registo numa tira de pontos. A Ana Luísa já nos ensinou a malha espinha de bacalhau (ou de parafuso), eu ensinei a malha inglesa e as variantes malha de pérola e inglesa "fingida" e também os favos de mel e a malha de grosa. Muitas outras já estão programadas.
A Teresa traz-nos sempre um miminho, quer seja aquela revista com modelos irresistíveis quer seja umas luvinhas tricotadas pela mãe há muitos anos.
Num espaço que já é pequeno para tantas, o tempo passa a correr. Mas para a semana há sempre mais uma quarta-feira.
E ao mesmo tempo que decorria o nosso encontro aconteceu outro a milhares de quilómetros de distância, com um grupo "irmão" do Pico com quem vamos partilhar ideias e projectos. Daqui um grande abraço para todas.

As quartas feiras de tricot na Dotquilts não ficam por aqui. A partir da primeira semana de Fevereiro a Rosário Albuquerque vai dar todas as quartas feiras, uma aula de tricot, das 10h às 13h. 
E vamos começar da melhor forma:
Para o início das aulas de tricot, o colete será o mote. Com esta peça prática, confortável e de rápida confecção, vamos aprender várias técnicas indispensáveis a quem quer tricotar para vestir.
Começaremos por desenhar o modelo, escolher o material e apurar as medidas.
Cada pessoa escolherá como quer o seu colete: mais simples ou mais complexo, maior ou menor e quais as técnicas a utilizar.
Vários são os começos possíveis: canelados, em picot, em "rolinho", se é cintado, decote em V ou redondo...
Tudo à medida e ao gosto de quem tricota. R.A.

Aliciante não acham?

19 novembro 2011

...cada agulha com seu uso

Para poder escolher um acessório é fundamental conhecer as suas especificações. Muitas vezes há pormenores que parecem superficiais ou mero adorno ou não se percebe muito bem o porquê de serem assim. Mas, muitas das vezes, são pequenos nadas que fazem de um acessório, um elemento especial e o tornam imprescindível. 
Hoje em dia, com a imensa oferta de agulhas para tricot torna-se difícil a escolha. À semelhança do que já fiz para os dedais (1 e 2) vou dar algumas dicas sobre agulhas de tricot que talvez possam ajudar algumas tricotadeiras, na altura de escolher as suas agulhas de tricot.
Começo pelas agulhas de ajourados (as famosas lace) utilizadas nas malhas rendadas dos xailes, écharpes etc. No caso da marca alemã Addi o aspecto que salta à vista nestas agulhas é a sua cor dourada. Comecemos então por isso mesmo. Esta cor não é pretensão e resulta da aposição de uma liga especial na superfície das agulhas que as torna menos escorregadias que as inoxidáveis. O resultado é uma agulha que permite um melhor controlo e evita mais o cair das malhas, que é uma situação crítica neste tipo de tricot. Um aspecto prático é que a cor permite o seu reconhecimento no meio das restantes agulhas.
Outro pormenor que as diferencia é a sua ponta,  mais aguçada que as agulhas comuns de tricot. Quando se tricota pontos ajourados a relação entre a espessura da agulha e o fio não é a habitual pois trabalham-se fios finos com agulhas relativamente grossas. Trabalhar um fio fino com agulhas grossas torna-se muito mais fácil quando a ponta da agulha é fina. 
Para além das malhas ajouradas tenho experimentado estas agulhas em outras situações e resultam muito bem em fios de pouca torção. 
Para a próxima falarei de agulhas circulares e agulhas rectas.

02 dezembro 2010

tricotar com fios de várias cores

 (fotografia de Rosário Albuquerque)
É já no próximo sábado que fechamos, por este ano, mais um ciclo de quatro workshops sobre técnicas de tricot. Tricotar com fios de várias cores vai ser o tema e a formadora é a Rosário Albuquerque.
Tricotar com fios de várias cores enquadra-se em várias técnicas de tricot como o jacquard e o fair isle. 
Quando aprendi a tricotar, ao trabalho com vários fios dava-se o nome de "lãs metidas" mas hoje em dia não ouço qualquer referência a esta designação. Há algum tempo tive a sorte de ver um maravilhoso mostruário de tricot, em que este tipo de técnica era chamada de "lãs embutidas". Será que algum destes termos é correcto ou haverá outros em português? Qualquer contribuição será bem vinda para enriquecer os nossos nomes.

02 dezembro 2011

...cada agulha com seu uso (2)

Usar agulhas circulares ou agulhas rectas é fundamentalmente uma questão de hábito e gosto pessoal uma vez que praticamente todo o tricot se pode fazer com ambos os tipos de agulhas. Digo praticamente, porque há algumas técnicas/modelos que se fazem muito mais facilmente com agulhas circulares.
Deixando de parte o gosto pessoal eu recomendo as agulhas rectas nas seguintes situações:
  • Para trabalhos pequenos como botinhas de bébé, amostras, cachecois. Embora muito adequadas para pequenos trabalhos, as agulhas rectas podem também ser utilizadas para tricotar peças maiores pois existem em vários comprimentos. 
  • Para quem se está a iniciar no tricot. Muitas vezes o fio que une as duas pontas das agulhas circulares é um factor de stress porque se enrola e perturba o trabalho.
  • Para quem tem a malha apertada. Quando se tricota com agulhas circulares a dada altura as malhas passam da agulha para o fio extensor. Na volta seguinte, as malhas têm de voltar a deslizar para a agulha para serem tricotadas. No caso de se ter a malha apertada esta passagem do fio extensor para a agulha pode ser mais dificil porque a agulha tem uma espessura superior ao seu fio. esta situação não se verifica nas agulhas rectas cuja espessura é sempre a mesma.
a utilização das agulhas circulares será tratada no próximo post sobre o tema  cada agulha com seu uso.
Dia 2 do calendário de Advento e minha actividade positiva de hoje é :
Lazer
Não é necessário tirar um mês de férias e ir para o estrangeiro. 30 minutos de tricot ao serão, com a família,  é um bom exemplo de lazer, não acham? 

24 fevereiro 2012

O tricot das quartas feiras, às sextas

 Porque já eramos muitas o nosso tricot das quartas feiras passou a ser também às sextas de manhã para quem tem disponibilidade neste horário.
Para muitas é a oportunidade de pôr em prática o que aprenderam nos workshops, subir a fasquia e começar a fazer peças tricotadas para vestir.

 Mas é sobretudo um momento de encontro e de convívio

 Para além do tricot, o crochet também tem as suas adeptas.
Parece que não, mas são já quase dois anos.

04 dezembro 2011

...cada agulha com seu uso (3)

A vulgarização do uso das agulhas circulares deu-se nos anos 70 e apanhou-me nos meus primeiros anos de tricot. É por isso que são as agulhas que mais uso.
As agulhas circulares adaptam-se a todo o tipo de tricot mas a sua utilização tem enormes vantagens quando se fazem peças de com voltas de grande comprimento. É o caso de xailes, que voltaram a estar na moda e que exigem um comprimento de agulhas significativo. 
As agulhas circulares mais comuns têm 80 cm de comprimento mas se se trata de peças de grandes dimensões, como os xailes e as mantas há comprimentos maiores que facilitam o trabalho. 
(obrigado à Hemi que permitiu fotografar o seu xaile)

Uma outra excelente utilização destas agulhas é o tricot circular. Muitas peças como boinas, luvas, mangas, meias ficam muito mais bonitas e confortáveis se forem feitas circularmente, não tendo costuras. Habitualmente isso consegue-se usando as clássicas 5 agulhas mas podem igualmente usar-se as agulhas circulares. Para este tipo de trabalho devem usar-se 2 pares de agulhas circulares, de preferência mais curtas e com a mesma espessura. 
Muito há a dizer sobre agulhas circulares e num próximo post continuarei a falar sobre elas e as suas características.

Hoje é o 4º dia do Advento e faço este post enquanto ouço um disco oferecido por uma amiga que sabe que eu gosto de fado. Como alfacinha estou muito feliz por o fado ter sido considerado património imaterial da humanidade. 
Tenho ouvido duro mas gosto de música, embora só tenha tempo para a ouvir no carro ou quando me sento ao computador. A música envolve-me, alegra-me e dispõe melhor o meu dia e  por isso saiu hoje do 4º saquinho do meu calendário de Advento.
Música

17 janeiro 2013

malha de liga

Pensei em vários nomes para este post mas definitivamente ganhou a malha de liga.
Para quem faz tricot à portuguesa (e será a maioria das portuguesas), sabe como é fácil tricotar sempre em liga. Vê-se televisão, tricota-se em frente ao computador, conversa-se, tudo sem olhar para o trabalho. Basta um olhar nos mates ou outros pormenores que exijam mais atenção. 
Há muitas malhas e técnicas que se podem fazer em liga ou predominantemente em liga e se se quiser fazer um tricot rápido esta será uma boa opção.

No último encontro de tricot iniciou-se um novo trabalho e uma das hipóteses foi o dominó, uma técnica de quadrados muito simples mas com um sem número de possibilidades. O Dominó é uma das técnicas que se pode fazer integralmente em liga. É adequada a quem começa a tricotar mas pode ser um desafio para quem tem mais experiência. Ideal por isso no nosso encontro.

A técnica escolhida foi comum mas as peças vão ser diferentes e por isso estou ansiosa pelo próximo encontro para ver os TPCs. O meu está a andar!

26 dezembro 2012

one skein project

No último encontro de tricot antes do Natal, a Teresa R., uma das participantes, terminou um xaile lindissimo para oferecer a uma familiar. Depois de um projecto ambicioso como aquele e tendo em conta os dias em familia que se aproximavam, tinha vontade de começar um tricot rápido e simples que lhe ocupasse as mãos mas não necessitasse muita concentração ou muito tempo para ser finalizado .
Já trazia uma ideia vista no Ravelry o projecto foi iniciado.
Esta situação é uma das que se enquadra perfeitamente no conceito "one skein project". As peças consomem apenas uma meada ou um novelo e por isso são quase sempre mais simples e com uma duração mais curta e previsível.

Nos últimos tempos muitos dos meus trabalhos de tricot (que não tenho mostrado aqui) têm sido também feitos com um novelo ou uma meada.
A razão mais evidente para esta opção, no meu caso, é poder experimentar os fios que chegam à loja, quer pelo gosto de os tricotar quer também para conhecer o seu comportamento e poder partilha.r isso com quem os quer experimentar.
Um meus projectos "one skein" foi o xaile Multnomah,  de Kate Ray, disponível no Ravelry. Permitiu-me experimentar uma meada do fio Abuelita 4ply e acabei-o em cerca de 6 horas. 

Os "one skein projects" abrem um mundo de possibilidades e ainda há muito a dizer sobre este assunto.

04 janeiro 2013

Os encontros de tricot

Hoje a Elisete telefonou-me.
Estou cheia de saudades dos encontros de tricot. Quando é o próximo?

Tão bom saber que este pedacinho do serão é tão importante na nossa semana. Tão bom ver que, quem pouco sabia, já faz em tricot os presentes de Natal. E o frio ainda está para durar!



26 agosto 2012

As amostras de tricot - 1

Resolvi escrever esta série de posts depois de constatar, ao longo de muitos workshops e encontros de tricot, como a maioria das pessoas é avessa a fazê-las. Como para mim são muito importantes vou explicar, ao longo desta série, como se fazem, como se usam, que utilizações podem ter. Espero que estas informações vos sejam úteis e que no fim eu tenha conquistado mais algumas para o grupo "das que fazem sempre a amostra".

Para que serve a amostra
A função mais imediata da amostra é permitir fazer o cálculo do número de malhas e de voltas necessárias ao nosso projecto. Mas pode ter outras mais valias de que falaremos num outro post.

Que amostras fazer
Quando um projecto de tricot tem mais do que um tipo de ponto, será necessário fazer as amostras necessárias aos vários pontos utilizados. Muitas vezes fazemos só a amostra em malha lisa mas isso pode prejudicar o cálculo. Como se pode ver nas fotos, duas amostras com um número semelhante de malhas, têm uma largura completamente diferente.

Amanhã daremos continuidade a este tema e vamos falar das agulhas a utilizar.

26 fevereiro 2012

Receita da malha de grosa

Foi a minha mãe que me ensinou esta malha e foi uma das que mais fiz durante toda a vida. Por várias razões: é simples, é tricotada só em liga e parece mais trabalhosa do que é, confere relevo ao trabalho mas é discreta. Substitui muito bem o ponto bago de arroz que não aprecio muito fazer.
Sempre que não me ocorria mais nada, recorria à malha de grosa quer como malha dominante em camisolas, casaquinhos de bébé ou como ponto acessório a intercalar tranças e outras pontos em relevo. 
Ensinei-a a muita gente, sobretudo a quem principiava no tricot mas nunca tinha encontrado ninguém que a conhecesse, pelo menos por este nome.
Há tempos uma aluna levou-me esta renda, feita por uma senhora com quase 100 anos e lá encontrei, numa bordadura lindíssima, a tão familiar malha de grosa, com ar tão distinto que quase não a reconheci. 
Algumas semanas atrás uma ensinei-a a uma participante dos encontros de tricot que me levou um modelo de bébé feito nesta malha. 
Para quem não a conhece cá vai a receita:
Montar um número ímpar de malhas
1ª volta (avesso) - 1 m. de ourela, tricotar todas as m. em liga, 1 m. de ourela
2ª volta (direito) - 1 m. de ourela,  (tirar uma m. em liga e dar 1 laçada, 1 m. de liga), repetir até às últimas duas malhas, tirar uma m. em liga e dar 1 laçada, 1 m. de ourela.
3ª volta (avesso) - 1 m. de ourela, tricotar todas as m. em liga, tricotando juntas a malha e a laçada, 1 m. de ourela
4ª volta (direito) - 1 m. de ourela,  (1 m. de liga, tirar uma m. em liga e dar 1 laçada), repetir até às últimas duas malhas,  1 m. de liga, 1 m. de ourela.
Repetir da 1ª à 4ª volta

21 setembro 2011

Horizontes

Este ano foi um ano de mudança na Dotquilts. Expusemos na FIA, criámos a loja on-line e as novidades não acabam por aqui. Reiniciamos o novo ciclo de workshops com um novo espaço amplo e inspirador. A loja mantem-se no mesmo local mas também teremos em breve novidades em relação a isso. 
Para as actividades de formação vamos passar a ter uma sala dedicada ao tricot e outra para o patchwork. Para inaugurar o espaço do tricot nada melhor que um workshop de fiação. Tenho acompanhado o excelente percurso da Rosário e sinto-me muito feliz pelo facto da Dotquilts poder contar com ela, como monitora desta área. Não tivesse eu um workshop duplo no sábado e seria desta que eu me iria aventurar no mundo do fuso e da roda. Mas para quem puder é uma oportunidade a não perder.

16 março 2011

Tricanas e o tricot das quartas feiras




Como disse nas últimas notícias, o ponto seguinte para as nossas mantas de tricot, seria inspirado em Coimbra.
Há algumas semanas a Fernanda F. levou-nos umas meias lindissímas tricotadas pela mãe (o meu muito obrigada a ambas). Em tempos essa senhora tinha feito muitos pares para ao grupo folclórico das tricanas de Coimbra. Todas as participantes no encontro se entusiasmaram com a malha e por isso queremos partilhá-la aqui para que, quem nos lê tenha também a oportunidade a executar. Como pomos um nome a todos os pontos que fazemos a este chamámos ponto das Tricanas
Ponto das tricanas:
montar um número de malhas múltiplo de seis mais três
  • 1ª volta (avesso): 1 malha ourela,  *1 malha liga, uma laçada, 1 malha liga, tricotar três malhas juntas em liga, 1 malha de liga, uma laçada*.   Repetir de * a * . 1 malha de liga, 1 malha de ourela
  • 3ª volta (avesso): todas as malhas em liga
  • 4ªvolta (direito): tricotar todas as malhas  em meia
  • 5ªvolta (avesso): repetir a primeira volta
 
E para a semana daremos o ponto da situação das mantas que cada uma está a fazer.

14 setembro 2012

as amostras de tricot - como bloquear uma amostra - 3

Para que as peças de tricot se ajustem ao modelo e ao corpo que as vai usar, fazer as amostras é absolutamente necessário. Já vimos que se devem fazer amostras dos vários pontos que vamos utilizar e também já aqui falei como escolher a agulha quando se seguem estritamente as indicações de um modelo.
Para além disso a amostra deve ser tratada da mesma forma que a peça final, ou seja também deve ser bloqueada, para que a determinação das malhas e voltas seja o mais precisa possível. 
Para bloquear uma amostra começamos por mergulhá-la num recipiente com água tépida.
A amostra deve permanecer aí cerca de trinta minutos, para garantir que todas as fibras ficam hidratadas, mas sem agitação, para não feltrar.
Retira-se e aperta-se ligeiramente apenas para retirar o excesso de água. Não se deve torcer.
Coloca-se sobre uma toalha bastante absorvente, ajusta-se mais ou menos à sua forma, e enrola-se como uma torta. Aperta-se o rolo com suavidade.
Coloca-se sobre uma outra toalha turca que por sua vez está sobre uma superfície onde se possam espetar alfinetes. No meu caso uso placas de esferovite.
Alinha-se um dos lados, de forma que essa ourela fique perfeitamente recta (poderá haver situações em pontos ajourados em que isso não possa ser assim). A malha não deve ficar esticada nem com pregas. Colocam-se alfinetes ao longo da ourela, a espaços regulares. Mede-se o comprimento desta ourela.
Faz-se o mesmo na outra ourela tendo o cuidado de a posicionar com o mesmo comprimento da anterior.
Faz-se o mesmo com o topo e a base da amostra.
No final devemos obter um formato rectangular com os lados iguais dois a dois.
Deixa-se secar pelo menos 24h e só depois se retiram os alfinetes. O tempo de secagem depende da espessura do fio e das condições climtéricas. Por isso podem ser necessárias mais do que 24h.
A amostra está agora pronta a ser usada nos cálculos da peça.